Frutos

Nosso trabalho, quando recheado de entusiasmo e determinação diante dos obstáculos e força para vencê-los e avançar paulatinamente em nossa evolução profissional e pessoal, engrandecem nosso profissionalismo e trazem frutos das sementes que não lançamos ao léo, mas sim cuidamos da melhor maneira que podemos. Os frutos nos chegam em palavras, telefonemas, mensagens nos e-mais, nos olhares, em gestos singulares que vivenciamos em nosso cotidiano.

Um novo blog nasceu!
Vale conferir.
http://alllex.blogfacil.net/Primeiro-blog-b1/Agradecimentos-b1-p3.htm
Além desse, temos belos exemplos de profissionais preocupados com a formação de cidadãos atuantes na sociedade, como:
http://utilizandomidias.blogspot.com

http://laboratoriodeinformaticaportella.blogspot.com

Parabéns a todos pelo singular trabalho e dedicação!
Lu Lopes

E, como estímulo para a vida, a persistência e a colaboração, palavras de um gênio, no vídeo abaixo...

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Amor: uma ode à vida!

Quem nunca se deparou com obstáculos em seu cotidiano?

De imediato, parece óbvia a pergunta, afinal são eles que movem o mundo e nos fazem evoluir...
Mas um olhar diferenciado sobre a questão proposta aponta novos caminhos e os mesmos caminhos trilhados novamente nos apontam novos obstáculos, pois nada é inerte, tudo evolui ou involui, segundo nossas escolhas diante da mesma travessia.

Seja na vida profissional ou pessoal, se é que separamos mesmo ambas, cada obstáculo deve perfazer-se em força que nos impulsiona. O caminho para o caminhante, nas palavras de Leonardo Boff, não existe. Caminho se faz, ao caminhar.

Nessa linha, os obstáculos são frutos também e talvez essencialmente das trilhas que construímos ao longo de nossa trajetória. E não há para isso receita (ainda bem), mas a essência para desfrutarmos com prazer cada passo é, sem dúvida, o amor.

Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e a dos anjos
(...) se eu não tivesse amor, eu nada seria.
Primeira Carta de São Paulo aos Corintios, cap. 13

Amor, do latim amor, que quer dizer "amizade, dedicação, afeição, ternura, desejo grande, paixão, objeto amado", uma das mais belas e notórias palavras que fascina a humanidade desde os primórdios, pois independente da língua escolhida, o termo possui um caráter que vigora, revigora e se multiplica no interior daqueles que o experimentam.

É desafiante definir o amor. Pode justificar, determinar, agregar, permitir, superar, perdoar, prolongar, solicitar. O amor também condena, absolve, revela, esconde, simula, expõe... O amor orienta, desnorteia, incendeia, esfria, congela, ferve...

No amor estão presentes, simultaneamente, os quatro elementos e os cinco sentidos... Por ele se luta, por ele se ganha, por ele se perde, por ele se joga, por ele se brinca, por ele se chora, por ele se vive, por ele se morre... Ele ataca e defende, derruba e sustenta, grita e silencia...

Para que não restem dúvidas sobre suas facetas contraditórias, recorrer à genialidade do poeta Luís de Camões, que, para muitos, foi o responsável por criar a linguagem do amor em língua portuguesa é uma boa proposta para nosso cotidiano:

Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

É um não querer, mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É nunca contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É ter com quem nos mata lealdade

Mas como causar pode ser seu favor
Nos corações humanos amizade
Se tão contrário a si é o mesmo amor?

Agradecimentos a Gabriel Chalita,
com suas sábias e fascinantes palavras...
entrelaçadas às minhas...


Por isso:
Obstáculos? Que venham!
Aos montes, desafiadores e que nos encham de energia e nos revigorem, ainda que para isso ocorram quedas, ainda que não vejamos as paredes de vidro e nos cortemos e quase quebremos o nariz, ao tentar atravessá-las ao léo. Que quebremos o nariz, se preciso, várias vezes, para que possamos experimentar a dose única e inigualável que faz valer viver a ode à vida e ao amor que a impulsiona, das mais variadas formas. E que as marcas deixadas nos lembrem que foram obstáculos necessários para o momento, para vivenciar momentos futuros melhores, apesar da dor..."a dor é de quem sente".

Essa ânsia por liberdade, essa intensa sede de viver, sempre incomensurável, esse amor pela vida e pelos detalhes do mundo, de cada universo único que somos, numa busca contínua de rompimento de fronteiras, quebra de barreiras, caminhos novos ou novos caminhos rumo ao mesmo ideal, não nos tornes inertes, esperando e esperando, inertes pois "o tempo não pára não, não pára!"

Espero que não páre para você, para cada um de nós...
Educadores, mediadores, aprendizes, parceiros, amigos, amores, incansavelmente e motivadores nessa jornada.

Que continuem presentes em minha história.


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Então, vamos de mãos dadas, não nos afastemos diante dos obstáculos,
pois não serei um poeta só...


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Com intenso íntimo aflorado e intensa vontade de viver... "o tempo é minha matéria".

Faça a diferença!

"O único homem que está isento de erros é aquele que não arrisca acertar." (Einstein)



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Criatividade à solta

Como sugestão de vídeo do maninho Robson, do Caldeirão de Ideias, mais um acréscimo enquanto estímulo em nossa trajetória profissional. Cada instante do vídeo é alterado, sem medo de deixar algo lindo para trás, em busca de algo novo e singularmente lindo também.
Em nosso cotidiano, passamos momentos em que devemos nos despir de alguns conceitos, refletir acerca de outros, repensar e muito, e constantemente nossa postura e nosso olhar diante do novo, diante do mundo, diante de nós mesmos.
Deixemos que o vídeo encante a cada um, segundo o universo único que somos...


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Bienal do livro: oportunidade de crescimento

A Bienal no Rio Centro novamante emerge questões fundamentais para o campo educacional.
Cito aqui Luís Fernando Veríssimo e me restrinjo a apenas postar um vídeo e uma reflexão desse ícone singular.


"O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença."


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Obs.: Sobre a Bienal do Livro:

São 26 anos de uma bem-sucedida realização cultural e empresarial, tendo o livro como principal astro. Em 1983, nos salões do Hotel Copacabana Palace, numa área de cerca de 1 mil m², foi montada a I Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Dois anos depois, o cenário foi transferido para o São Conrado Fashion Mall. Em 1987, a Bienal do Livro chegou ao Riocentro, com 15 mil m², para tornar-se o acontecimento editorial mais importante do País nos anos ímpares e um evento cultural de mobilização nacional. A Bienal do Livro supera todas as expectativas de público, vendas e mídia e atinge um crescimento de 30% a cada edição.

A máquina somos nós!

Com a evolução tecnológica, cada vez mais novos recursos e possibilidades de utilização dos mesmos no campo educacional tornam-se mais atingíveis, principalmente aos que possuem habilidades básicas na utilização do computador e da Internet.
Nessa evolução, vale refletir sobre como ocorre a construção de um texto, quando estamos escrevendo num papel e quando estamos digitando. Enquanto este apresenta-se flexível, hipertextual, aquele nos remete a uma linearidade da escrita, o que me lembra uma reportagem a qual assisti onde diante de uma máquina de escrever, a criança questiona "Onde deleta?" , o que mostra na prática, como a nova geração se posiciona diante das novas tecnologias da informação e da comunicação e o impacto que a hipertextualidade ocasionou na forma de construção do pensamento.
Na internet então, a hipertextualidade é essencial para eficaz relevância, e sua evolução é apresentada no vídeo abaixo onde é exposto que o texto digital, o hipertexto e a web não são mais somente para ligar informações.
"A Web 2.0 é para ligar pessoas compartilhando, trocando e colaborando.
Nós precisamos repensar algumas coisas. Precisamos repensar os direitos autorais, a autoria, a identidade, a ética, a estética, a retórica, o ato de governar, a privacidade, o comércio, o amor, a família, repensar nós mesmos!" (vídeo Web 2.0)


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Computação nas nuvens!

A computação nas nuvens, conforme o Google, é um conceito, é o futuro.
Agora querem nos levar às nuvens!
Em casa, apenas um teclado e um monitor ou outro aparelho parecido.
Todo o acervo que possuímos em casa, desde fotos, contas, livros, num futuro próximo, tudo agora passa a pairar virtualmente sobre nós e poderão ser acessados a qualquer tempo e lugar. Um conceito que parece longínquo, mas se observarmos a evolução de portabilidade e acesso a computadores e à Internet, percebemos que o avanço tecnológico voa cada vez mais rápido.
E nessa linha de raciocínio é que se vislumbra o acesso, inclusive a uma diversidade incrível de softwares, que poderão ser acessados segundo as necessidades de cada usuário. Os engenheiros do Google e demais empresas que abraçam essa ideia acreditam que com isso os computadores terão preço cada vez mais acessível, bem como os programas utilizados, que poderão ser até mesmo gratuitos.
Obviamente não se trata de filantropia, mas de um olhar bem além dos horizontes de empresas tradicionais, que terão sérios problemas para sobreviverem diante desse avanço.
Uma nova era que se inicia num sonho e concretizando-se, convergirá para uma realidade, a tão sonhada democratização do uso das novas TIC.
No vídeo abaixo, Eric Schmidt, CEO do Google, explica em entrevista ao Jornal da Globo, de 06/05/2008, o "cloud computing". A Internet como depositária de dados e programas, para acesso de qualquer lugar, de celulares, PCs, handhelds, etc. A computação onde você não fica mais preso ao PC onde instalou seus programas e salvou seus dados, mas livre para acessar tudo de qualquer lugar, a qualquer hora, de qualquer dispositivo.além de apresentar esse enfoque mais precisamente, trata também da necessidade de se permitir ousar, criar, construir algo novo. E inovar conseqüentemente gera novas formas de pensar, agir, reagir, como também novas ferramentas, receitas, softwares, possibilidades, enfim cria e recria novos saberes, algo essencial para a Educação de Qualidade, e para todos!


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PIVOT

Pivot é um software freeware, que como apresentado no vídeo abaixo, pode ser mais uma ferramenta em prol de uma educação estimulante na prática pedagógica.
A partir de bonecos palito podem ser criadas pequenas animações para todo público.
Movimentando os objetos disponibizados quadro a quadro vai-se criando uma cadeia sucessiva de animação dinâmica, de maneira fácil e atrativa.
Além de criar os tradicionais bonequinhos, use sua criatividade para montar figuras como veículos, animais e tudo o que puder imaginar! Na opção Edit o boneco e suas respectivas articulações são exibidos, possibilitando ajustes ou até mesmo desenvolvimento de outras formas com círculos e linhas. Para completar há uma barra de controle de velocidade.
E pode ser utilizado em todas as disciplinas. Basta uma proposta de redação, uma poesia, um fato histórico, um acontecimento da atualidade e várias outras relacionadas aos vários conteúdos.
Uma excelente forma de aplicabilidade da informática educativa.
O vídeo abaixo mostra o potencial de criatividade e diversidade do uso desse software.






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TEXTOS E HIPERTEXTOS

A novidade do hipertexto tem suas origens na
história da informática e da engenharia de computação, algo
que, de fato, influenciou o entendimento que o senso comum
e até mesmo alguns pesquisadores respeitáveis têm da relação
entre texto e suporte.
A história do hipertexto, apurada junto a Pierre Lévy e
Roger Chartier, dá condições de sustentar a idéia de que a
não-linearidade do texto não ocorria apenas na forma do
texto digital. Segundo Lévy (1993), o informata Vannevar
Bush, em 1945, foi o primeiro a conceber a idéia de hipertexto
como uma rede interconectada de dados e informações e,
para muito além disso, foi o primeiro a desconfiar de que a
cognição humana não funciona de maneira hierarquizada e
seqüencial. Para ele, que se atinha aos problemas de um banco
de dados informático, o pensamento e a memória humanos
funcionavam de maneira múltipla, interconectada e de fácil
acesso. Note-se, no entanto, que ele trabalhava em informática,
o que fez a história da leitura hipertextual e a do próprio conceito
de hipertexto terem sempre o viés da tecnologia plugada, como
se tecnologias unplugged anteriores não tivessem passado por
processos semelhantes de modelação e remodelação.
Sendo assim, navegar por um texto não é algo restrito
ao suporte digital, como a tela, por exemplo, mas refere-se ao
percurso que o leitor pode fazer em determinado objeto de
leitura (texto, gráfico, legenda, sumário, índice), de acordo
com suas escolhas, a partir de opções de caminho.
Trata-se, como se quer demonstrar, mais de uma
reconfiguração das práticas de leitura e das formas de
produção e publicação de textos às possibilidades do novo
suporte do que propriamente de uma novidade; assim, a
pretensa revolução da informática perde sua mística e tornase
mais um rearranjo da era da tecnologia da escrita e suas
conseqüentes tecnologias de escrita, formatação, registro e
leitura. (Ana Elisa Ribeiro)


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Aulas animadas: mais movimento ao que acontece dentro da escola

Numa viagem à deriva pela net, um texto interessante do site http://www.vivenciapedagogica.com.br/ merece reflexão e divulgação. Nobre idéia para inovar na prática pedagógica.

A palavra ânimo, do latim “anima”, está ligada a alma e significa “sopro de vida”. A animação é um dos sinais que nos dá a sensação de vida nos seres vivos e até mesmo em imagens (desenhos animados).

Nesse sentido, as aulas “paradas” em que o professor tenta “ensinar” e os alunos fazem de conta que “prestam atenção”, além de contribuírem com o desânimo dos alunos, ainda permitem que o professor acredite, por alguns momentos, que conseguiu cumprir o seu objetivo. Uma proposta de aula animada é exatamente o oposto:

• Os alunos são envolvidos em um desafio que não é exclusivamente escolar, mas sim algo que eles vêem acontecer fora da escola.

• O protagonista é o próprio aluno. Ele é autor e ator.

• A tarefa não é para entregar ao professor, mas sim para ser reconhecida tanto na escola quanto fora dela.

• O aluno é membro importante dentro de um grupo. Assume papéis fundamentais e dessa forma é responsável.

• Há movimento na sala de aula. Algo que é possível observar tanto pela liberdade que os alunos têm em circular nos diferentes espaços, como também em sua expressão corporal e facial.

• O professor não fica preocupado em ensinar, mas em mediar o processo para que os alunos aprendam.

Como desenvolver uma proposta com estas características? O que pode ser feito de modo que o aluno perceba significado, aprenda, colabore, sinta-se desafiado e envolvido?

Há várias possibilidades, principalmente quando aproveitamos o potencial que as TICs (tecnologias de comunicação e informação) podem trazer à prática pedagógica.

Os alunos gostam e envolvem-se em tarefas quando podem produzir e socializar algo que é reconhecido socialmente. Por isso podem aprender muito quando têm a oportunidade de criar um blog, um programa de rádio (ou Podcast), um jornal da escola ou um vídeo. Isso porque todas estas mídias podem ser socializadas dentro e fora da escola e o aluno ser reconhecido pela sua atuação, o que é de fundamental importância.



Um astro triste...

Não fui uma das fãs das músicas de Michael Jackson, mas sua morte e tudo o que a norteou, trazem uma reflexão acerca de uma realidade, novamente comprovada com esse fato, a de que somos apenas poeiras num cosmos infinito. E que somente em ações cooperativas, teremos um planeta saudável e vidas saudáveis.
Penso que talvez seria mais simples a vida do grande astro se ele tivesse que comprar ingressos para um parque de diversões apenas, ao invés de construir um particular, no qual todo um sonho se consumia e se deteriorava, sem surpresas, já que tudo já estava exteriorizado em cada brinquedo sonhado por ele. Imagino o astro entrando vez por outra no parque com a sensação exata do posicionamento, das cores, enfim, de tudo o que lhe esperava.
Não levou nem o ingresso com ele.
O mundo que criou parece ter retirado expectativas, outros sonhos, novas conquistas, deixando-o solitário no vasto universo que pôde, com as riquezas materiais que sua carreira o proporcionou construir.
Nós nos deparamos cotidianente com fatos similares. Acredita-se, creio que em vão, que suportes tecnológicos trarão respostas à problemática vivenciada por anos a fio no campo educacional, aqui enfatizado.
Escolas super equipados com tecnologias de ponta não terão nem o minimalismo tecnológico saudável se somente existirem como aparato a ser apresentado a seu público.
Reporto-me ao astro num paralelo com o posicionamento dos profissionais de educação frente às inovações tecnológicas.
Nos vemos num verdadeiro castelo tecnológico, num parque de diversões com softwares cada vez em maior número e disponibizados cada vez mais a um número maior de usuários.
Talvez devêssemos considerar o fato de que precisamos permanecer atentos à compra do ingresso, a escolhas dos brinquedos, a novos parques vez por outra ou a parques mais simples, com olhar de expectativa diante do novo, do simples ou do mais moderno, isso tem implicações significativas somente quando nos reportamos profundamente numa reflexão dos impactos causados no público estudantil quando o utilizamos.
Nem sempre um laboratório é a melhor opção para determinada atividade. Talvez uma visita a um local em consonância com objetivos previamente propostos seja mais conveniente.
Talvez ter somente o ingresso ao invés do parque inteiro já possa ser suficientemente eficaz se soubermos como fazer a diferença com ele. Diferença aqui vislumbrada sob um olhar pedagógico. Se temos que lidar com muitas pessoas, cursistas, alunos, tutores, formadores, que a cada um tenhamos o cuidado de escolher a tecnologia adequada a cada proposta. E se atingirmos um, dentre os muitos com quem lidamos e melhor ainda, se um deles nos fizes uma pessoa melhor, creio já ser um bom passo para nosso engrandecimento pessoal e profissional.
Se pudermos ter castelos, será bom, mas se adquirirmos tecnologias com as quais possamos engrandecer outrem, construiremos nosso castelo de confirmações pessoais sobre determinadas situações e reciclaremos outras e aprenderemos mais e mais, conhecendo o outro e sua gama de informações e sentimentos inerentes a cada um, de forma única, construiremos um castelo pessoal que levaremos conosco pós morte física. Teremos nosso castelo emocional, profissional, fruto de pequenas ações cotidianas ou de porte maior, por que não?
O fato é de que não importa o avanço tecnológico se não houver a abertura de nossas mentes diante de cada desafio. Nossa postura frente a cada um deles, seja lá de qual amplidão se constitua, o fator essencial é nossa postura pedagógica, íntegra, personificada não com o aparato tecnológico (são apenas ferramentas a nosso dispor), mas com nossa prática pedagógica diante dele.
Na frase final de uma operadora telefônica, de que adianta a banda larga, se a mente for estreita?
Hora, hora cotidiana, de repensar a postura diante do novo, do velho, num equilíbrio contínuo na utilização de cada um, com vistas no ponto culminante e fundamental do processo educacional, o aluno.
Que a sensibilizada esteja aflorada ao abrirmos nossas mentes e exteriorzamos nossas dinâmicas em nosso trabalho como parte integrante de nosso universo íntimo, assim levaremos castelos, tesouros e nosso cérebro conosco, ou melhor, levaremos o saber resultante dessa ação diária, permanente, contínua.
Saber não se acumula, se transmodifica, se restaura como o nascer do sol, que nunca é o mesmo, como nunca um dia é exatamente o mesmo que ontem ou que o incerto amanhã. Por isso, é necessário pararmos por alguns momentos para refletirmos sobre nossa postura diante das TIC, como suporte e reação em nós mesmos e nos que nos rodeiam, que participam de nossas vidas, virtuais e reais.
Astros felizes com simples, porém inigualáveis, sucessos num encontro, numa aula, numa atividade realizada ou com mega eventos, igualmente necessários noutros encontros e propostas de novas ou as mesmas, renovadas e de encontro com cada novo grupo que por nós passa e por onde alguns permanecem conosco, outros talvez nunca mais veremos, o que traz a certeza de que cada gesto pode ser o primeiro e último, pois o amanhã não nos cabe.
Com o tempo se aprende que não vale o quanto temos materialmente, mas como nos posicionamos durante essa evolução. Não despi a necessidade de bens materiais, de tecnologias modernas, mas somente surtirão efeito se pusermos nossa pitada de nós mesmos em cada uma delas.
Como num trabalho em equipe, universalmente colocando ou mesmo apenas a um pequeno grupo, o essencial aos meus olhos continua sendo a necessidade primordial de uma convergência de mentes únicas a uma proposta maior que nossos anseios profissionais. E, ao perceber no outro, possibilidades de nosso próprio engrandecimento, consequentemente refletiremos reações ao menos em algum deles e isso deve ser considerado como um mega sucesso.

Lu Lopes

Abrindo Parênteses...

Muito se comenta sobre a necessidade de propiciarmos ambientes colaborativos, cooperativos, mas pouco literalmente divulgamos o quão somos engrandecidos em nosso cotidiano com pequenos, por vezes quase imperceptíveis aos olhos de muitos, gestos que nos chegam apenas do nada, somente por existirmos, como no velho e inabalável processo de ação/reflexão. Trocando em miúdos, para cada pequeno gesto em nosso cotidiano refletiremos reações em todo o universo. Certamente cada dia o espetáculo da vida se renova, mas nossa, como é difícil por vezes perceber, absorver isso em nosso íntimo e somente agradecer. Abro parênteses aqui por cada estímulo recebido, cada sorriso a mim direcionado, cada conhecimento compartilhado, cada ser incrivelmente humano que integra o meu ser, minha família, minha vida...
Sintetizando nas palavras de Cecília a importância da minha preciosa e inigualável listinha de amigos essenciais...

No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.

E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,

entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta

Livros gratuitos




Interessante o site http://www.miniweb.com.br/, que dentre outros serviços, disponibiliza livros educacionais gratuitos para download, incluindo conteúdos como internet, ensino a distância, TICs, com relatos, reflexões, projetos, enfim, uma variedade considerável na abordagem dos assuntos, inclusive acerca do Programa Nacional de Informática na Educação - ProInfo.

Sites assim trazem à tona a importância da democratização mundial de conhecimentos para que cada vez mais pessoas possam ter acesso aos mesmos e com isso, de forma paulatina e progressiva, possamos vislumbrar o nascer, renascer de cidadãos cooperativos, colaborativos, partículas indivisíveis de um ser chamado Terra.

Lu Lopes

Gartic: O jogo de desenhos online

Quem já jogou imagem e ação? Quem se lembra de nomes de filmes, cores, enfim, do que se definisse como parâmetro para cada partida, nas quais tínhamos que decifrar a partir de sinais, gestos e desenhos as palavras definidas por um grupo ou um dos participantes.

Num olhar atual sobre esse jogo, como imaginar sua simplicidade e seu potencial imaginário apenas com integrantes do mundo todo, ou com aquele amigo ou parente distante, ou de escolas diferentes, enfim, até com estranhos, por que não?

Com esse olhar, unem-se dois amigos, aqui do Brasil para a projeção de um sonho na rede. Assim surge o Gartic, cuja realidade se perfaz numa realização pessoal e profissional de ambos, pois já é um jogo que vem conquistando espaço entre as mais diversas faixas etárias em seu primeiro aniversário (em março deste ano).

O jogo permite a interação de entre os participantes. Em cada rodada um participante é tem sua vez de desenhar e os demais buscam adivinhar o mesmo. O vencedor vai acumulando pontos conforme seus acertos. Para quem curte jogar, vale a pena conferir o site.

Embora ambos tenham enfrentado dificuldades financeiras, como declaram no histórico do site http://www.gartic.com, os amigos não desistiram e uma das frases que achei essencial para a permanência e eficácia do jogo: a palavra "desistir" não passa pela cabeça deles.

Assim como Bill Gates, ambos ainda declaram que estarão em permanente atualização e isso vem acontecendo ao longo de seu primeiro ano.

Abraços, Lu Lopes

Brincando de roteirista


Uma amiga me mostrou esse site e fiquei encantada com as possibilidades pedagógicas do mesmo.
O Xtranormal é uma ferramenta para criação de animações tridimensionais no estilo Pixar, com alta qualidade de definição. As ações e reações dos personagens são sincronizadas com as falas, sendo possível trabalhar com cada palavra.
É possível alterar, refazer e editar animações já produzidas no site além obviamente de criar as suas próprias.
Trabalha com conceitos de script, trilha sonora, atores e vozes, tudo numa diversidade de posicionamento das câmeras, ambientes e personagens estilizados, enfim, uma possibilidade pedagógica que se aproxima mais de uma brincadeira do que de um trabalho a ser realizado, propiciando com isso a aprendizagem divertida, leve e saudável, como deve ser.
Visite o site pelo endereço: http://www.xtranormal.com/

Sugestões de vídeos


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Sucesso requer entusiasmo. Entusiasmo em cada simples gesto, em cada ação, em cada encontro e despedida.

O vídeo traz reflexões a partir de palavras, como esperança, ousadia, determinação...

Como proposta para uma dinâmica que estimule o entusiasmo dos participantes, o vídeo acima cai bem. O primeiro passo é a montagem prévia de um painel com cada palavra do vídeo em local apropriado para que todos possam vê-las. Assim, cada cursista que entra na sala é convidado a escolher uma (ou mais) palavra com a que se identifique.

Depois disso, cada um apresenta ao grupo o motivo de suas escolhas, das palavras que lhe tocaram mais. Com isso proporciona-se um contato com detalhes de cada um, tanto na sua vida pessoal como na profissional. Todos têm oportunidade de ter a voz, dando tonalidade personificada à palavra escolhida.

A apresentação do vídeo é realizada a seguir e o multiplicador, atento a tudo o que é dito por cada participante, faz os links necessários para que se vislumbre a utilização pedagógica das TICs em sua prática, abrindo, evidentemente, lacunas para que o grupo também verbalize. Para fechamento da dinâmica, sugiro o vídeo abaixo:




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Esse vídeo mostra nitidamente que não importa o papel que cada um ocupa na sociedade, desde que seja saudável, útil, enquanto parte integrante de uma equipe e o quão essencial cada ser humano é para que a sociedade funcione eficazmente na construção de ambientes prazerosos, de pessoas ativas, de cidadãos, na literalidade do termo.

Luciene Lopes

Um olhar sobre o Portal do Professor

A informação será tratada aqui como os fatos, os dados que encontramos nas publicações, na Internet ou mesmo aquilo que as pessoas trocam entre si. O conhecimento é o que cada indivíduo constrói como produto do processamento, da interpretação e da compreensão da informação. Ele é o significado que atribuímos e representamos em nossa mente sobre a nossa realidade. É algo construído por cada um, muito próprio e impossível de ser passado – o que é passado é a informação que advém desse conhecimento, porém nunca o conhecimento em si (VALENTE, 2003).

Analisando atividades do Portal:

Acesse o portal do professor:

http://portaldoprofessor.mec.gov.br

1. Selecione o item “Espaço da Aula” e clique em “Sugestões em Aula”.

2. Analise o exemplo, destacando pontos das estratégias de aula, da avaliação e do uso de recursos que considera relevante do ponto de vista da aprendizagem do aluno e que possam tornar-se referência para sua prática pedagógica.

3. Elabore no editor de textos um fichamento contendo: nome do programa, áreas do conhecimento envolvidas, breve descrição com uma síntese expressando sua opinião e as idéias suscitadas para colocar em ação posteriormente.

4. Salve o documento na pasta “Meus documentos”, atribuindo um nome que facilite a sua identificação, da seguinte forma: ativ-X_seunome.

Por exemplo: para esta atividade, realizada pelo Renato Bastos, o nome do arquivo será: ativ-5_renatob

Recomendamos não utilizar acentos, cedilha, sinais de pontuação e outros caracteres especiais. O traço que sugerimos utilizar (sinal de underline, underscore ou sublinhado) é aceito pelo computador como uma letra comum.

5. Poste o arquivo desta atividade na Biblioteca, em Material do Aluno, tema “Experiência_Sugestões de aulas”.

6. Acesse as atividades elaboradas pelos colegas, que estão disponíveis no acervo da Biblioteca do Material do Aluno, para conhecer suas reflexões e relatos.

Vídeo aprende a aprender

O vídeo trata da incessante busca pelo conhecimento, por novos conhecimentos advindos através da experimentação de errros e acertos, da persistência, de superação dos medos diante de novas formas de aprendizado. Assim, o saber adquirido, quando construído num ambiente colaborativo, torna-se mais estimulante e desafiador e por fim, torna-se um conhecimento, que paulatinamente vai se solidificando ao mesmo tempo em que encontra-se em permanente construção, ou seja, conceitos que aos serem experimentados várias vezes e comprovada a sua eficácia vão se solidificando enquanto outros ainda vão sendo testados, num constante processo construtivo de novos saberes diante de novos desafios e o resultado, como apresenta o vídeo, numa luminosidade interior, na luz do conhecimento agora parte integrante do ser que se propõe a desafios, quer seja em seu trabalho, em sua família, em seu próprio íntimo.

Eis um grande desafio para a Educação, para os profissionais realmente envolvidos no desejo de contribuir para uma geração de cidadãos capazes de refletir, experimentar, errar e aprender com os erros, criticar com autenticidade. Enfim, a sociedade tem esse papel fundamental, o de contribuir para que essa geração exista. E no âmbito educacional, tem-se a oportunidade de ver, sentir alunos como sementes diversificadas, que, com o devido cuidado, e sobretudo se podadas na medida e tempo certos, acompanhadas em seu processo de evolução e crescimento, darão certamente bons frutos, mas caso sejam abandonadas a sua própria sorte, resultarão no incerto, não darão frutos como as bem cuidadas ou pior ainda, tornar-se-ão ervas daninhas na sociedade.

Que cada um de nós tenha consciência de quão grande é o papel do educador diante das sementes lançadas em suas salas de aula a cada ano letivo... e que cuide, com carinho, com as mãos de delicado jardineiro, dessa fantástica possibilidade de mudar o ambiente escolar de forma positiva e paulatina. Cada gesto reflete no outro uma reação. Que os gestos dos educadores sejam com o olhar na colheita de cidadãos na literalidade do termo, únicos, preciosos, que um dia foram sementes em boas mãos e bons cuidados.

Nas palavras de Khalil Gibran, " as flores desabrocham para continuar a viver, pois reter é perecer".

Primeiros Passos

Vivemos em uma sociedade da aprendizagem, na qual aprender constitui uma exigência social crescente que conduz a um paradoxo: cada vez se aprende mais e cada vez se fracassa mais na tentativa de aprender.
Ruan Ignacio Pozo