Faça a diferença!

"O único homem que está isento de erros é aquele que não arrisca acertar." (Einstein)



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Criatividade à solta

Como sugestão de vídeo do maninho Robson, do Caldeirão de Ideias, mais um acréscimo enquanto estímulo em nossa trajetória profissional. Cada instante do vídeo é alterado, sem medo de deixar algo lindo para trás, em busca de algo novo e singularmente lindo também.
Em nosso cotidiano, passamos momentos em que devemos nos despir de alguns conceitos, refletir acerca de outros, repensar e muito, e constantemente nossa postura e nosso olhar diante do novo, diante do mundo, diante de nós mesmos.
Deixemos que o vídeo encante a cada um, segundo o universo único que somos...


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Bienal do livro: oportunidade de crescimento

A Bienal no Rio Centro novamante emerge questões fundamentais para o campo educacional.
Cito aqui Luís Fernando Veríssimo e me restrinjo a apenas postar um vídeo e uma reflexão desse ícone singular.


"O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença."


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Obs.: Sobre a Bienal do Livro:

São 26 anos de uma bem-sucedida realização cultural e empresarial, tendo o livro como principal astro. Em 1983, nos salões do Hotel Copacabana Palace, numa área de cerca de 1 mil m², foi montada a I Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Dois anos depois, o cenário foi transferido para o São Conrado Fashion Mall. Em 1987, a Bienal do Livro chegou ao Riocentro, com 15 mil m², para tornar-se o acontecimento editorial mais importante do País nos anos ímpares e um evento cultural de mobilização nacional. A Bienal do Livro supera todas as expectativas de público, vendas e mídia e atinge um crescimento de 30% a cada edição.

A máquina somos nós!

Com a evolução tecnológica, cada vez mais novos recursos e possibilidades de utilização dos mesmos no campo educacional tornam-se mais atingíveis, principalmente aos que possuem habilidades básicas na utilização do computador e da Internet.
Nessa evolução, vale refletir sobre como ocorre a construção de um texto, quando estamos escrevendo num papel e quando estamos digitando. Enquanto este apresenta-se flexível, hipertextual, aquele nos remete a uma linearidade da escrita, o que me lembra uma reportagem a qual assisti onde diante de uma máquina de escrever, a criança questiona "Onde deleta?" , o que mostra na prática, como a nova geração se posiciona diante das novas tecnologias da informação e da comunicação e o impacto que a hipertextualidade ocasionou na forma de construção do pensamento.
Na internet então, a hipertextualidade é essencial para eficaz relevância, e sua evolução é apresentada no vídeo abaixo onde é exposto que o texto digital, o hipertexto e a web não são mais somente para ligar informações.
"A Web 2.0 é para ligar pessoas compartilhando, trocando e colaborando.
Nós precisamos repensar algumas coisas. Precisamos repensar os direitos autorais, a autoria, a identidade, a ética, a estética, a retórica, o ato de governar, a privacidade, o comércio, o amor, a família, repensar nós mesmos!" (vídeo Web 2.0)


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Computação nas nuvens!

A computação nas nuvens, conforme o Google, é um conceito, é o futuro.
Agora querem nos levar às nuvens!
Em casa, apenas um teclado e um monitor ou outro aparelho parecido.
Todo o acervo que possuímos em casa, desde fotos, contas, livros, num futuro próximo, tudo agora passa a pairar virtualmente sobre nós e poderão ser acessados a qualquer tempo e lugar. Um conceito que parece longínquo, mas se observarmos a evolução de portabilidade e acesso a computadores e à Internet, percebemos que o avanço tecnológico voa cada vez mais rápido.
E nessa linha de raciocínio é que se vislumbra o acesso, inclusive a uma diversidade incrível de softwares, que poderão ser acessados segundo as necessidades de cada usuário. Os engenheiros do Google e demais empresas que abraçam essa ideia acreditam que com isso os computadores terão preço cada vez mais acessível, bem como os programas utilizados, que poderão ser até mesmo gratuitos.
Obviamente não se trata de filantropia, mas de um olhar bem além dos horizontes de empresas tradicionais, que terão sérios problemas para sobreviverem diante desse avanço.
Uma nova era que se inicia num sonho e concretizando-se, convergirá para uma realidade, a tão sonhada democratização do uso das novas TIC.
No vídeo abaixo, Eric Schmidt, CEO do Google, explica em entrevista ao Jornal da Globo, de 06/05/2008, o "cloud computing". A Internet como depositária de dados e programas, para acesso de qualquer lugar, de celulares, PCs, handhelds, etc. A computação onde você não fica mais preso ao PC onde instalou seus programas e salvou seus dados, mas livre para acessar tudo de qualquer lugar, a qualquer hora, de qualquer dispositivo.além de apresentar esse enfoque mais precisamente, trata também da necessidade de se permitir ousar, criar, construir algo novo. E inovar conseqüentemente gera novas formas de pensar, agir, reagir, como também novas ferramentas, receitas, softwares, possibilidades, enfim cria e recria novos saberes, algo essencial para a Educação de Qualidade, e para todos!


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