Nosso trabalho, quando recheado de entusiasmo e determinação diante dos obstáculos e força para vencê-los e avançar paulatinamente em nossa evolução profissional e pessoal, engrandecem nosso profissionalismo e trazem frutos das sementes que não lançamos ao léo, mas sim cuidamos da melhor maneira que podemos. Os frutos nos chegam em palavras, telefonemas, mensagens nos e-mais, nos olhares, em gestos singulares que vivenciamos em nosso cotidiano.
Um novo blog nasceu!
Vale conferir.
http://alllex.blogfacil.net/Primeiro-blog-b1/Agradecimentos-b1-p3.htm
Além desse, temos belos exemplos de profissionais preocupados com a formação de cidadãos atuantes na sociedade, como:
http://utilizandomidias.blogspot.com
http://laboratoriodeinformaticaportella.blogspot.com
Parabéns a todos pelo singular trabalho e dedicação!
Lu Lopes
E, como estímulo para a vida, a persistência e a colaboração, palavras de um gênio, no vídeo abaixo...
Frutos
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Lu Lopes
on terça-feira, 3 de novembro de 2009
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blogs educacionais,
vídeo Charles Chaplin
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Amor: uma ode à vida!
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Lu Lopes
on quinta-feira, 22 de outubro de 2009
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Marcadores:
11 de junho de 1997,
amor,
mãos dadas
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Quem nunca se deparou com obstáculos em seu cotidiano?
De imediato, parece óbvia a pergunta, afinal são eles que movem o mundo e nos fazem evoluir...
Mas um olhar diferenciado sobre a questão proposta aponta novos caminhos e os mesmos caminhos trilhados novamente nos apontam novos obstáculos, pois nada é inerte, tudo evolui ou involui, segundo nossas escolhas diante da mesma travessia.
Seja na vida profissional ou pessoal, se é que separamos mesmo ambas, cada obstáculo deve perfazer-se em força que nos impulsiona. O caminho para o caminhante, nas palavras de Leonardo Boff, não existe. Caminho se faz, ao caminhar.
Nessa linha, os obstáculos são frutos também e talvez essencialmente das trilhas que construímos ao longo de nossa trajetória. E não há para isso receita (ainda bem), mas a essência para desfrutarmos com prazer cada passo é, sem dúvida, o amor.
Então, vamos de mãos dadas, não nos afastemos diante dos obstáculos,
pois não serei um poeta só...
Com intenso íntimo aflorado e intensa vontade de viver... "o tempo é minha matéria".
De imediato, parece óbvia a pergunta, afinal são eles que movem o mundo e nos fazem evoluir...
Mas um olhar diferenciado sobre a questão proposta aponta novos caminhos e os mesmos caminhos trilhados novamente nos apontam novos obstáculos, pois nada é inerte, tudo evolui ou involui, segundo nossas escolhas diante da mesma travessia.
Seja na vida profissional ou pessoal, se é que separamos mesmo ambas, cada obstáculo deve perfazer-se em força que nos impulsiona. O caminho para o caminhante, nas palavras de Leonardo Boff, não existe. Caminho se faz, ao caminhar.
Nessa linha, os obstáculos são frutos também e talvez essencialmente das trilhas que construímos ao longo de nossa trajetória. E não há para isso receita (ainda bem), mas a essência para desfrutarmos com prazer cada passo é, sem dúvida, o amor.
Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e a dos anjos
(...) se eu não tivesse amor, eu nada seria.
(...) se eu não tivesse amor, eu nada seria.
Primeira Carta de São Paulo aos Corintios, cap. 13
Amor, do latim amor, que quer dizer "amizade, dedicação, afeição, ternura, desejo grande, paixão, objeto amado", uma das mais belas e notórias palavras que fascina a humanidade desde os primórdios, pois independente da língua escolhida, o termo possui um caráter que vigora, revigora e se multiplica no interior daqueles que o experimentam.
É desafiante definir o amor. Pode justificar, determinar, agregar, permitir, superar, perdoar, prolongar, solicitar. O amor também condena, absolve, revela, esconde, simula, expõe... O amor orienta, desnorteia, incendeia, esfria, congela, ferve...
No amor estão presentes, simultaneamente, os quatro elementos e os cinco sentidos... Por ele se luta, por ele se ganha, por ele se perde, por ele se joga, por ele se brinca, por ele se chora, por ele se vive, por ele se morre... Ele ataca e defende, derruba e sustenta, grita e silencia...
Para que não restem dúvidas sobre suas facetas contraditórias, recorrer à genialidade do poeta Luís de Camões, que, para muitos, foi o responsável por criar a linguagem do amor em língua portuguesa é uma boa proposta para nosso cotidiano:
Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
É um não querer, mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É nunca contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É ter com quem nos mata lealdade
Mas como causar pode ser seu favor
Nos corações humanos amizade
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Por isso:
Obstáculos? Que venham!
Aos montes, desafiadores e que nos encham de energia e nos revigorem, ainda que para isso ocorram quedas, ainda que não vejamos as paredes de vidro e nos cortemos e quase quebremos o nariz, ao tentar atravessá-las ao léo. Que quebremos o nariz, se preciso, várias vezes, para que possamos experimentar a dose única e inigualável que faz valer viver a ode à vida e ao amor que a impulsiona, das mais variadas formas. E que as marcas deixadas nos lembrem que foram obstáculos necessários para o momento, para vivenciar momentos futuros melhores, apesar da dor..."a dor é de quem sente".
Essa ânsia por liberdade, essa intensa sede de viver, sempre incomensurável, esse amor pela vida e pelos detalhes do mundo, de cada universo único que somos, numa busca contínua de rompimento de fronteiras, quebra de barreiras, caminhos novos ou novos caminhos rumo ao mesmo ideal, não nos tornes inertes, esperando e esperando, inertes pois "o tempo não pára não, não pára!"
Espero que não páre para você, para cada um de nós...
Educadores, mediadores, aprendizes, parceiros, amigos, amores, incansavelmente e motivadores nessa jornada.
Que continuem presentes em minha história.
É desafiante definir o amor. Pode justificar, determinar, agregar, permitir, superar, perdoar, prolongar, solicitar. O amor também condena, absolve, revela, esconde, simula, expõe... O amor orienta, desnorteia, incendeia, esfria, congela, ferve...
No amor estão presentes, simultaneamente, os quatro elementos e os cinco sentidos... Por ele se luta, por ele se ganha, por ele se perde, por ele se joga, por ele se brinca, por ele se chora, por ele se vive, por ele se morre... Ele ataca e defende, derruba e sustenta, grita e silencia...
Para que não restem dúvidas sobre suas facetas contraditórias, recorrer à genialidade do poeta Luís de Camões, que, para muitos, foi o responsável por criar a linguagem do amor em língua portuguesa é uma boa proposta para nosso cotidiano:
Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
É um não querer, mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É nunca contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É ter com quem nos mata lealdade
Mas como causar pode ser seu favor
Nos corações humanos amizade
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Agradecimentos a Gabriel Chalita,
com suas sábias e fascinantes palavras...
entrelaçadas às minhas...
com suas sábias e fascinantes palavras...
entrelaçadas às minhas...
Por isso:
Obstáculos? Que venham!
Aos montes, desafiadores e que nos encham de energia e nos revigorem, ainda que para isso ocorram quedas, ainda que não vejamos as paredes de vidro e nos cortemos e quase quebremos o nariz, ao tentar atravessá-las ao léo. Que quebremos o nariz, se preciso, várias vezes, para que possamos experimentar a dose única e inigualável que faz valer viver a ode à vida e ao amor que a impulsiona, das mais variadas formas. E que as marcas deixadas nos lembrem que foram obstáculos necessários para o momento, para vivenciar momentos futuros melhores, apesar da dor..."a dor é de quem sente".
Essa ânsia por liberdade, essa intensa sede de viver, sempre incomensurável, esse amor pela vida e pelos detalhes do mundo, de cada universo único que somos, numa busca contínua de rompimento de fronteiras, quebra de barreiras, caminhos novos ou novos caminhos rumo ao mesmo ideal, não nos tornes inertes, esperando e esperando, inertes pois "o tempo não pára não, não pára!"
Espero que não páre para você, para cada um de nós...
Educadores, mediadores, aprendizes, parceiros, amigos, amores, incansavelmente e motivadores nessa jornada.
Que continuem presentes em minha história.
Então, vamos de mãos dadas, não nos afastemos diante dos obstáculos,
pois não serei um poeta só...
Com intenso íntimo aflorado e intensa vontade de viver... "o tempo é minha matéria".
Faça a diferença!
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Lu Lopes
on sexta-feira, 25 de setembro de 2009
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Marcadores:
atitude,
colaboração,
cooperação
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"O único homem que está isento de erros é aquele que não arrisca acertar." (Einstein)
Criatividade à solta
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Lu Lopes
on sexta-feira, 11 de setembro de 2009
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Marcadores:
areia,
criatividade,
inovação
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Como sugestão de vídeo do maninho Robson, do Caldeirão de Ideias, mais um acréscimo enquanto estímulo em nossa trajetória profissional. Cada instante do vídeo é alterado, sem medo de deixar algo lindo para trás, em busca de algo novo e singularmente lindo também.
Em nosso cotidiano, passamos momentos em que devemos nos despir de alguns conceitos, refletir acerca de outros, repensar e muito, e constantemente nossa postura e nosso olhar diante do novo, diante do mundo, diante de nós mesmos.
Deixemos que o vídeo encante a cada um, segundo o universo único que somos...
Bienal do livro: oportunidade de crescimento
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Lu Lopes
on sábado, 5 de setembro de 2009
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Marcadores:
Bienal do livro,
livros,
Luís Fernando Veríssimo
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A Bienal no Rio Centro novamante emerge questões fundamentais para o campo educacional.
Cito aqui Luís Fernando Veríssimo e me restrinjo a apenas postar um vídeo e uma reflexão desse ícone singular.
Cito aqui Luís Fernando Veríssimo e me restrinjo a apenas postar um vídeo e uma reflexão desse ícone singular.
"O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença."
Obs.: Sobre a Bienal do Livro:
São 26 anos de uma bem-sucedida realização cultural e empresarial, tendo o livro como principal astro. Em 1983, nos salões do Hotel Copacabana Palace, numa área de cerca de 1 mil m², foi montada a I Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Dois anos depois, o cenário foi transferido para o São Conrado Fashion Mall. Em 1987, a Bienal do Livro chegou ao Riocentro, com 15 mil m², para tornar-se o acontecimento editorial mais importante do País nos anos ímpares e um evento cultural de mobilização nacional. A Bienal do Livro supera todas as expectativas de público, vendas e mídia e atinge um crescimento de 30% a cada edição.
A máquina somos nós!
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Lu Lopes
on sexta-feira, 4 de setembro de 2009
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Marcadores:
hipertextual,
web 2.0
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Com a evolução tecnológica, cada vez mais novos recursos e possibilidades de utilização dos mesmos no campo educacional tornam-se mais atingíveis, principalmente aos que possuem habilidades básicas na utilização do computador e da Internet.
Nessa evolução, vale refletir sobre como ocorre a construção de um texto, quando estamos escrevendo num papel e quando estamos digitando. Enquanto este apresenta-se flexível, hipertextual, aquele nos remete a uma linearidade da escrita, o que me lembra uma reportagem a qual assisti onde diante de uma máquina de escrever, a criança questiona "Onde deleta?" , o que mostra na prática, como a nova geração se posiciona diante das novas tecnologias da informação e da comunicação e o impacto que a hipertextualidade ocasionou na forma de construção do pensamento.
Na internet então, a hipertextualidade é essencial para eficaz relevância, e sua evolução é apresentada no vídeo abaixo onde é exposto que o texto digital, o hipertexto e a web não são mais somente para ligar informações.
"A Web 2.0 é para ligar pessoas compartilhando, trocando e colaborando.
Nós precisamos repensar algumas coisas. Precisamos repensar os direitos autorais, a autoria, a identidade, a ética, a estética, a retórica, o ato de governar, a privacidade, o comércio, o amor, a família, repensar nós mesmos!" (vídeo Web 2.0)
Computação nas nuvens!
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Lu Lopes
on quarta-feira, 2 de setembro de 2009
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Marcadores:
computação nas nuvens,
democratização da internet,
engenheiros do google,
TIC
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A computação nas nuvens, conforme o Google, é um conceito, é o futuro.
Agora querem nos levar às nuvens!
Em casa, apenas um teclado e um monitor ou outro aparelho parecido.
Todo o acervo que possuímos em casa, desde fotos, contas, livros, num futuro próximo, tudo agora passa a pairar virtualmente sobre nós e poderão ser acessados a qualquer tempo e lugar. Um conceito que parece longínquo, mas se observarmos a evolução de portabilidade e acesso a computadores e à Internet, percebemos que o avanço tecnológico voa cada vez mais rápido.
E nessa linha de raciocínio é que se vislumbra o acesso, inclusive a uma diversidade incrível de softwares, que poderão ser acessados segundo as necessidades de cada usuário. Os engenheiros do Google e demais empresas que abraçam essa ideia acreditam que com isso os computadores terão preço cada vez mais acessível, bem como os programas utilizados, que poderão ser até mesmo gratuitos.
Obviamente não se trata de filantropia, mas de um olhar bem além dos horizontes de empresas tradicionais, que terão sérios problemas para sobreviverem diante desse avanço.
Uma nova era que se inicia num sonho e concretizando-se, convergirá para uma realidade, a tão sonhada democratização do uso das novas TIC.
No vídeo abaixo, Eric Schmidt, CEO do Google, explica em entrevista ao Jornal da Globo, de 06/05/2008, o "cloud computing". A Internet como depositária de dados e programas, para acesso de qualquer lugar, de celulares, PCs, handhelds, etc. A computação onde você não fica mais preso ao PC onde instalou seus programas e salvou seus dados, mas livre para acessar tudo de qualquer lugar, a qualquer hora, de qualquer dispositivo.além de apresentar esse enfoque mais precisamente, trata também da necessidade de se permitir ousar, criar, construir algo novo. E inovar conseqüentemente gera novas formas de pensar, agir, reagir, como também novas ferramentas, receitas, softwares, possibilidades, enfim cria e recria novos saberes, algo essencial para a Educação de Qualidade, e para todos!
Agora querem nos levar às nuvens!
Em casa, apenas um teclado e um monitor ou outro aparelho parecido.
Todo o acervo que possuímos em casa, desde fotos, contas, livros, num futuro próximo, tudo agora passa a pairar virtualmente sobre nós e poderão ser acessados a qualquer tempo e lugar. Um conceito que parece longínquo, mas se observarmos a evolução de portabilidade e acesso a computadores e à Internet, percebemos que o avanço tecnológico voa cada vez mais rápido.
E nessa linha de raciocínio é que se vislumbra o acesso, inclusive a uma diversidade incrível de softwares, que poderão ser acessados segundo as necessidades de cada usuário. Os engenheiros do Google e demais empresas que abraçam essa ideia acreditam que com isso os computadores terão preço cada vez mais acessível, bem como os programas utilizados, que poderão ser até mesmo gratuitos.
Obviamente não se trata de filantropia, mas de um olhar bem além dos horizontes de empresas tradicionais, que terão sérios problemas para sobreviverem diante desse avanço.
Uma nova era que se inicia num sonho e concretizando-se, convergirá para uma realidade, a tão sonhada democratização do uso das novas TIC.
No vídeo abaixo, Eric Schmidt, CEO do Google, explica em entrevista ao Jornal da Globo, de 06/05/2008, o "cloud computing". A Internet como depositária de dados e programas, para acesso de qualquer lugar, de celulares, PCs, handhelds, etc. A computação onde você não fica mais preso ao PC onde instalou seus programas e salvou seus dados, mas livre para acessar tudo de qualquer lugar, a qualquer hora, de qualquer dispositivo.além de apresentar esse enfoque mais precisamente, trata também da necessidade de se permitir ousar, criar, construir algo novo. E inovar conseqüentemente gera novas formas de pensar, agir, reagir, como também novas ferramentas, receitas, softwares, possibilidades, enfim cria e recria novos saberes, algo essencial para a Educação de Qualidade, e para todos!